
Segundo informações obtidas pela TV Anhanguera, Joarez, de 52 anos, cobrava R$ 100 por associado para fazer cadastros habitacionais na Agência Goiana de Habitação (Agehab).
Ele também é investigado por um suposto contrato em que uma empresa em seu nome receberia R$ 6 milhões para fazer o acabamento de trezentas casas que seriam construídas para integrantes da associação.
Joarez foi afastado das funções de presidente da associação até o término das investigações e deve responder pelos crimes de estelionato, apropriação indébita e associação criminosa.
Fonte: O Popular