
“Os trabalhos para que fosse viabilizada a criação do curso duraram cerca de cinco anos, incluindo investimentos, parcerias e negociações”, destaca.
Para ele, as atividades de ensino, pesquisa científica e extensão universitária que serão desenvolvidas no curso vão maximizar a produção agrícola local e possibilitar um melhor uso e cultivo em pequenas propriedades.
“O curso, consequentemente, permitirá uma maior geração de renda, o que impulsionará o comércio local e regional”, explica o diretor.
Diferente de outras regiões do Estado, o nordeste goiano tem como uma de suas características econômicas a agricultura familiar.
De acordo Ronaldo Ferreira, essa agricultura, no entanto, ainda é subdesenvolvida.
Assessoria de Comunicação da UEG