

Geddel chefiava a pasta durante o governo Michel Temer e, em 2016, foi acusado de pressionar o Iphan para liberar a construção de um edifício em área tombada em Salvador.
Ele foi posteriormente condenado por improbidade administrativa.
O ex-deputado também foi condenado por 14 anos de prisão por associação criminosa e lavagem de dinheiro. Ele cumpre pena atualmente em Salvador.
Servidores do Iphan estão indignados, pois vêm protestando há tempos contra o aparelhamento do órgão através de nomeações de dirigentes sem qualificação técnica.
O Ministério Público Federal pediu que a Justiça anule a nomeação da nova presidente da pasta, Larissa Peixoto, afirmando que ela não preenche os requisitos do decreto federal, que exige “perfil profissional ou formação acadêmica compatível com o cargo”.
A assessoria do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, ainda não se manifestou no sentido de explicar as razões da nomeação de Delgado.
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ATT EDIJALDO